segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Se Kurt Cobain estivesse vivo, completaria hoje 45 anos


Kurt Donald Cobain, nasceu em 20 de fevereiro de 1967, em Aberdeen - EUA, e morreu em Seattle - EUA, no dia 5 de abril de 1994.
Kurt teve uma infância pertubadora. Com 7 anos seus pais se separaram, e ele passar a viver com parentes em vários lugares diferentes.
Hiperativo, bronquite e úlcera levaram-o a usufluir de remédios tarja preta. Com isso, seu desempenho escolar caía cada vez mais.
Ficava sempre sozinho, ouvindo rock, e pintando.


Sua paixão pelo rock se fez mais forte aos 14 anos, quando ganhou uma guitarra de presente e já na adolescência frequentava o mundo musical underground da região de Seattle.


Kurt e sua filha Frances Bean
Integrou várias bandas, até que em 1985, conheceu Krist Novoselic e ambos se mudam para Olympia, conhecida por seu ambiente de shows e bares de rock underground. Formam sua primeira banda em 1986, com o nome de Stiff Woodies, com Kurt na bateria e Krist no baixo. 

Esta banda teve várias formações e mudou de nome várias vezes, antes de assumir definitivamente no nome de Nirvana, título tirado de um dos conceitos básicos da religião budista. Era o final de 1986 e a banda tinha Kurt na guitarra e voz, Krist ainda no baixo e Chad Channing na bateria.

Apesar de ter gravado alguns discos e ser razoavelmente conhecida no meio grunge, o começo da banda foi difícil. Kurt chegou a trabalhar como faxineiro para pagar a fabricação de mil cópias do primeiro disco do Nirvana.
O sucesso mundial só viria em 1991, quando o Nirvana, já com Dave Grohl na bateria, lançou o álbum "Nevermind". A música "Smells Like Teen Spirit" se tornou uma espécie de hino e Kurt o porta-voz de uma geração. Críticos mais entusiasmados chegaram a afirmar que a banda era "a salvação do rock".


Mas o sucesso não fez bem ao problemático Kurt, que se mostrava cada vez mais descontente e deprimido com a fama e a idolatria. Nem seu casamento com a cantora Courtney Love, e o nascimento de sua filha Frances Bean melhoraram seu estado de espírito. A pretexto de aliviar uma crônica dor de estômago, tornou-se dependente de heroína.


Em fevereiro de 1994, o Nirvana inicia uma excursão à Europa, com previsão de percorrer cinco países. Mas depois de uma apresentação em Roma, na Itália, a banda decide interromper a turnê para descansar, uma vez que Kurt, fragilizado e doente, não estava aguentando a dura rotina de espetáculos. Juntamente com Courtney, ele decide tirar férias na própria Itália.

Em março de 1994, aos 27 anos, num hotel de Roma, tentou suicídio pela primeira vez, tomando uma overdose de sedativos misturados com champagne. No mesmo mês, de volta à Seattle, é encontrado pela mulher desacordado em sua mansão, aparentemente em consequência de uma overdose de heroína. Em abril, uma semana depois de deixar um centro de desintoxicação, aproveitou-se da ausência da mulher e deu um tiro contra a própria cabeça. Seu corpo foi encontrado no dia 8 de abril, ao lado de um bilhete de despedida, escrito dia 5, com pedidos de desculpas aos fãs, à mulher, à filha, na época com dois anos, e à mãe. Esse mesmo bilhete parecia ter sido escrito por Kurt, mas a parte de despedida e sua assinatura tinham uma letra diferente da dele.

Kurt faz parte da galeria dos gênios autodestrutivos do rock — aqueles que se tornaram ídolos de gerações de jovens — ao lado de Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Syd Barrett, Brian Wilson, Brian Jones, Nick Drake e o ainda vivo Iggy Pop. Sua morte foi recebida com grande impacto por seus fãs, tendo em vista que o movimento grunge estava no auge.

Como costuma acontecer quando celebridades americanas sofrem morte violenta, logo surgiram teorias da conspiração, pondo em dúvida a veracidade do suicídio de Kurt Cobain.

Alguns sustentam que, tal como Elvis Presley, Kurt continua vivo e apenas deu uma pausa na vida artística. Foi visto no Rio de Janeiro, em Londres, em Paris e até fazendo compras em supermercado.

Teses de assassinato existem várias. Teria sido morto por um pistoleiro profissional, por ordem da Máfia, porque o Nirvana se recusava a pagar proteção à organização criminosa. Outros acreditam que a autora do homicídio foi sua própria mulher, Courtney Love, auxiliada por Michael Dewitt, uma espécie de pau para toda a obra na mansão dos Cobain.

Esta tese ganhou destaque depois que várias evidências a seu favor foram divulgadas por um suposto detetive particular da Califórnia, chamado Tom Grant, que teria sido contratado pela própria "assassina" Courtney.

Contudo na sua maior biografia, escrita por Charles R. Cross, a morte de Cobain é descrita como um suicídio em que o artista toma uma overdose, e logo de seguida dispara um tiro de caçadeira na sua cara.

Mas há várias provas que Courtney Love realmente contratou alguem para matar Kurt Cobain, as provas são:
- Entrevista de Kurt Cobain que diz que a fase suicida dele já acabou.
-Uma impressão digital na arma que não pertencia a Kurt Cobain e a policia nem investigou.
-Se ele estava realmente com uma overdose, como seria capaz de disparar contra si próprio.
-Da maneira que encontraram o corpo e a arma, só se ele tivesse disparado com o pé.
-Um dos ex-namorados de Courtney afirma ter sido contratado para matá-lo, e uma semana depois de afirmar morreu subitamente.
-Álbum da Courtney foi adiado para 1 semana depois da data de lançamento, estranho porque uma semana depois foi quando Kurt faleceu. 


Kurt deixou saudades, faz muita falta! Mas nunca o esqueceremos... será sempre uma lenda do rock/grunge!... we love u Kurt...


Informações retiradas do site Netsaber-Biografias.

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